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Viver Mais e Melhor

Eixo Desenvolvimento Social

Redução em 5% (7 óbitos prematuros em 100.000 residentes) a taxa de mortalidade precoce por Doenças Crônicas Não Transmissíveis selecionadas, contribuindo para o aumento da expectativa de vida saudável.

Situação atual

A prevenção das Doenças Crônicas Não Transmissíveis - DCNT é foco de preocupação nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Associadas a altos índices de mortalidade, respondem por significativos impactos em termos de piora da qualidade de vida, produtividade e funcionalidade das pessoas. Caracterizam-se por apresentarem poucos sintomas e são marcadas por altos índices de “não seguimento periódico de cuidados com a saúde”. Geralmente associadas a hábitos de vida pouco saudáveis (tabagismo, inatividade física, alimentação não saudável, uso abusivo de álcool e obesidade), podem evoluir com complicações usualmente a partir dos 40 anos. O enfrentamento das doenças crônicas deve buscar o desenvolvimento de políticas públicas que fortaleçam as ações de promoção da saúde, assim como o cuidado às pessoas já diagnosticadas, impedindo ou retardando a instalação de complicações. É considerada precoce a morte por doenças crônicas na faixa etária de 30-69 anos (fonte: Organização Mundial da Saúde). Foram selecionadas doenças crônicas não transmissíveis: isquêmicas do coração, cerebrovasculares, hipertensão arterial, diabetes, pulmonares obstrutivas e insuficiência cardíaca.

Resultados esperados

Aumento da expectativa de vida saudável, com mais qualidade, por maior período de tempo, e possibilidade de uma vida mais ativa e participativa.

Orçamento

Recursos próprios Outros recursos
Investimento 0 0
Custeio 0 0

Linhas de ação

2.1
Fortalecer as ações de rastreamento e implantar o monitoramento da abordagem mínima e básica do Programa de combate ao Tabagismo nas unidades de saúde, garantindo-as em 100% das Unidades Básicas de Saúde (452 UBS).
2.3
Ampliar o desenvolvimento de ações individuais e coletivas de promoção da alimentação saudável para a garantia da segurança alimentar e nutricional da população.
2.10
Implantar 5 Centros Especializados de Reabilitação (CER) na perspectiva da constituição das Redes de Atenção à Saúde (RAS).
2.11
Revitalizar 25 Serviços de Reabilitação já existentes, garantindo melhorias na acessibilidade e segurança do paciente, de forma a habilitá-los e/ou mantê-los como Centros Especializados de Reabilitação (CER).
2.5
Elaborar e implantar, junto às 6 Coordenadorias Regionais de Saúde, os Planos Regionais de Atenção Integral à Saúde do Homem.
2.12
Ampliar em 15% (5.059) o fornecimento de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção (OPM) nos serviços de reabilitação, garantindo o cumprimento de critérios técnicos e éticos para contratação de empresas fornecedoras.
2.2
Aumentar para 95% o número de Unidades Básicas de Saúde (430 UBS) que oferecem Práticas Integrativas e Complementares (PIC) em Saúde para o combate da inatividade física, na perspectiva da constituição das Redes de Atenção à Saúde (RAS).
2.6
Fortalecer a capacidade de resposta da Atenção Básica no enfrentamento das DCNT por meio de ações de educação permanente junto às Coordenadorias de Saúde, com objetivo de elaborar os “Planos Regionais de educação permanente para o Enfrentamento das DCNT”.
2.4
Elaborar e implantar nas 6 Coordenadorias Regionais de Saúde o plano de ação para o rastreamento dos fatores de risco para DCNT (dislipidemia, hipertensão arterial, diabetes tipo II, uso de álcool, obesidade).
2.9
Diminuir a mortalidade por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) para 8% nas unidades de emergência.
2.8
Diminuir a mortalidade por Acidente Vascular Encefálico (AVE) para 10% nas unidades de emergência.
2.7
Diminuir a mortalidade por insuficiência cardíaca descompensada nas unidades de emergência em 40%.