projeto 46

Cidade Resiliente

Eixo Desenvolvimento Urbano E Meio Ambiente

Gerenciamento de riscos geológicos, hidrológicos e tecnológicos na cidade de São Paulo.

Situação atual

Nos últimos anos, as ações de Proteção e Defesa Civil realizadas na cidade para a consolidação desta política municipal apresentaram um caráter voltado para as ações de resposta, abordando pouco a prevenção e a integração efetiva da sociedade civil neste processo. Por outro lado as diretrizes da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, além das recomendações do Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres - UNISDR-CERRD, centram suas ações na linha da gestão integrada dos riscos e o seu consequente gerenciamento, quando atuam no território das respectivas Prefeituras Regionais. Assim, o presente projeto, dentro de sua abordagem, parte deste cenário que justifica cada vez mais a necessidade da implantação deste gerenciamento e, principalmente, o envolvimento da sociedade civil.

Resultados esperados

A população estará preparada para lidar com situações de risco diversas, especialmente em regiões mais críticas, contribuindo para a construção de uma cidade resiliente.

Orçamento

Recursos próprios Outros recursos
Investimento 0 0
Custeio 0 0

Linhas de ação

46.4
Fortalecer os 380 Núcleos de Defesa Civil (NUDECs) existentes por meio da integração e organização das comunidades das áreas de risco a partir dos critérios de criticidade pré-estabelecidos dentro dos planos de contingências a serem implantados nas respectivas áreas.
46.7
Implantar o Programa Saúde, Proteção e Defesa Civil na Escola e o Grupo de Defesa Civil Escola em 180 escolas articulando órgãos do Sistema Municipal de Defesa Civil e priorizando escolas municipais localizadas em áreas de risco alto e muito alto.
46.9
Implantar dentro do Sistema Municipal de Defesa Civil de um programa de controle do uso do solo devidamente organizado com vistas a coibição da implantação de futuras áreas de risco, principalmente em locais onde as características geológico-geotécnicas não sejam favoráveis, e também o fortalecimento de politicas públicas existentes com vistas ao congelamento de áreas que foram objeto de desocupações.
46.1
Atualizar o mapeamento das áreas de risco geológico, realizados pelo IPT em 2010.
46.3
Elaborar a relação de áreas prioritárias para a implantação do gerenciamento dos riscos, de forma a balizar as ações internas e, também, informar as comunidades como forma de sensibilizá-las sobre a importância da sua integração neste processo de gerenciamento.
46.2
Iniciar o mapeamento dos riscos hidrológicos e tecnológicos, adequando as metodologias existentes à realidade do município, de forma a subsidiar o planejamento e implantação do processo de gerenciamento destes riscos.
46.5
Fomentar a criação de 350 NUDECs e integrando-os ao processo de gerenciamentos dos riscos dos riscos mapeados.
46.8
Elaborar 896 Planos de Contingência priorizando as áreas de riscos alto e muito alto, no caso dos geológicos e hidrológicos, e de grande vulnerabilidade no caso dos riscos tecnológicos.
46.6
Implantar o Programa de Mobilização e capacitação para a percepção de riscos a partir das áreas priorizadas.